Albano Jerónimo

Vivemos numa sociedade que no Instagram vende corpos perfeitos, vidas perfeitas e, de repente, estares em frente a uma pessoa que te diz ‘olha não, eu não sou perfeito, eu estou torto” tudo isso adensa um possível contacto, uma possível relação. Acho que é tudo muito mais profundo, mais íntimo.