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Neste segundo episódio da série especial de diretos “Ménage à Trois”, a sexóloga e psicoterapeuta Marta Crawford e o jornalista Bernardo Mendonça conversam com a atriz Inês Castel-Branco que aqui revela o quanto a sua relação com o prazer mudou com o passar dos anos. “Quando era mais nova descobria o prazer apenas através do amor e agora muito mais facilmente consigo descobri-lo sem afeto.” Mas a atriz, de 39 anos, não tem dúvidas sobre o cenário perfeito para uma satisfação íntima plena: “A melhor parte do sexo é quando há intimidade.” Em relação a um dos temas quentes do momento, o assédio sexual, deixa claro o que pensa. “Respeito imenso as vítimas e a dificuldade em falarem ou dizerem nomes. Das pessoas que conheço, 80% já foi assediada ou molestada na infância ou idade adulta. Mulheres e homens. Toda a gente tem uma história para contar.” Um dos momentos mais estimulantes acontece quando Inês lê um excerto erótico do romance “A Gorda”, da escritora Isabela Figueiredo. Ouçam-na!

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“Só há pouco tempo comecei a descobrir a minha sexualidade de uma forma plena”
Inês Castel-Branco
Shakespeare chamava de luva-de-vénus ao preservativo masculino

AS PARTES PERTURBADORAS

Cartas para a minha filha

Cláudia Lucas Chéu

02.05.2021

Sinto necessidade de te escrever sobre o amor porque me disseste no outro dia que «o amor é como a droga, às vezes é bom e dá borboletas na barriga, mas outras é mau e deixa-nos presos àquela pessoa».

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“Quando te observas, como se fosses um espectador da tua própria cena sexual, a tua excitação nunca irá muito além e será difícil chegar a um orgasmo emocional.”
Marta Crawford

crónica —— o lugar do outro

Bernardo Mendonça

No passado recorria-se a uma infusão de alface, que era servida ao jantar, para evitar as pulsões noturnas dos jovens que viviam em internatos religiosos.
“Quando era mais nova, descobria o prazer através do amor. Agora é o contrário, muito mais facilmente consigo descobrir prazer, sem o afeto.”
Inês Castel-Branco

crónica —— QUARTO DOS HÓSPEDES

Paulo Côrte-Real

Os corpos – e o sexo – dos políticos

Já um homem na política precisa de preocupações mínimas: basta a gravata-uniforme para ficar estabelecido como neutro e oferecer aquela segurança estética de estarmos em boas mãos. E é curioso como a gravata, esse símbolo fálico, afinal dessexualiza.

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“A melhor parte do sexo é quando há intimidade.”
Inês Castel-Branco

crónica —— QUARTO DOS HÓSPEDES

Aldina Duarte

ILUSÃO versus ESPERANÇA

Era tudo o que ela sonhava: corpo esguio, olhos negros luzentes, cabelo rebelde da mesma cor, boca delineada, mãos grandes. Andarem de braço dado pelas ruas onde cresceu, para que todos os vissem.

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Provérbio sábio: A paciência e o tempo são mais eficazes do que a força e a raiva.
“Ser solteira em pandemia não é fácil. Não sou grande fã de aplicações”
Inês Castel-Branco

crónica —— QUARTO DOS HÓSPEDES

Joana Almeida

Diversidade de Género entre os mais novos

Por vezes apercebo-me que estou crescida, que o envelhecimento deve ser isto, sentir o tempo a passar sem saber bem como ele acontece e por onde passou. Quando penso sobre a diversidade sexual e de género na infância e adolescência hoje, as experiências das pessoas envolvidas são muito diferentes de quando comecei como voluntária em saúde sexual e reprodutiva, quando estudei na Universidade de Coimbra no virar do século, quando comecei a trabalhar como psicóloga e formadora em questões da sexualidade humana.

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Ovídeo, no seu livro a Arte de amar, dá a entender que o vinho fortalece o amor e é recomendado sobretudo às mulheres “sobre a condição, evidentemente, de não abusarem e terem o cuidado de manter sólidos o espírito e as pernas ”

Cultura do Prazer fosse uma festa popular, quais as barraquinhas que escolheriam? Desta vez, na zona dos livros, temos em destaque a obra “Contra Mim”, de Valter Hugo Mãe; o clássico “Do Amor”, de Stendhal; os “Insubmissos”, de Richard Zimler, a “Estação das Chuvas”, de José Eduardo Agualusa e para refletirem sobre o que é isso do amor em excesso, leiam “Mulheres Que Amam Demais”, de Robin Norwood. Já na zona dos filmes, temos “Pieces of a Woman”, de Kornél Mundruczó e “Her”, de Spike Jonze. E ainda sugerimos que veja o espetáculo “Gatilho da Felicidade”, de Ana Borralho & João Galante. Para quê escolher se pode devorar tudo isto?

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Sabe em que idade os portugueses se sentem no auge do seu desempenho sexual? E quais os medos na cama deles e delas? E sabia que a maioria dos jovens não usa preservativo? A propósito do Dia Mundial da Saúde Sexual, que se celebra a 4 de setembro, Bernardo Mendonça e Marta Crawford fizeram para o jornal Expresso um breve retrato dos portugueses na intimidade. Jornalismo de dados em dois minutos e 59 segundos. Para explicar o mundo. (Re)veja!
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