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Agora que voltámos a ficar cativos em casa estão a surgir novas oportunidades para os casais se aproximarem? Perante a adversidade surge o desejo de mais e melhor sexo e intimidade ou, pelo contrário, é terreno fértil para discussões, crises e separações? Até que ponto a pandemia, o medo e a ansiedade está a afetar a sexualidade das pessoas? E os solteiros estarão a passar a maior provação das suas vidas? A saída é a pornografia, a masturbação, a imaginação e as apps de engates? Como são os novos encontros higienizados e com máscara social? Está lançado o mote para o primeiro episódio do podcast/videocast “Muito Mais Do Que Sexo”, uma conversa sem preconceitos entre a sexóloga e psicoterapeuta Marta Crawford e o jornalista Bernardo Mendonça. Que o prazer esteja convosco 

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A intimidade entre um casal pode ficar arrumada para terceiro plano quando há outras prioridades familiares para manter à tona de água num contexto de pandemia. É o que nos conta o jornalista freelancer Paulo Farinha, de 45 anos. Por outro lado, a investigadora Rita Gouveia, de 37 anos, revela como estes tempos lhe têm imposto limites ao desejo e à espontaneidade da sua sexualidade. E como passou a sentir resistência a conhecer novos parceiros.

20%

Percentagem de aumento da compra de brinquedos sexuais e lubrificantes que se fez sentir em Portugal entre o período de março e outubro de 2020, e que correspondeu a uma menor procura de preservativos (desceu em 5%).

crónica —— QUARTO DOS HÓSPEDES

Valter Hugo Mãe

Namorar contra a pandemia

Sugiro que nos desfaçamos em poemas. Poemas para prometer eternidades. Tesão e eternidade. Porque tudo num verso propende para ser potente. Nada tem de apequenar-se ou adiar.

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36,5%

Aumento de visitas no site de pornografia Pornhub, em Portugal, no dia 24 de março de 2020, data em que o serviço premium se tornou gratuito – acima da média mundial (18,5%). 

João Tordo

Com o surgimento de tantas plataformas como o Tinder onde se anda à procura ainda não se sabe bem do quê, também se pode anular a possibilidade de um encontro espontâneo, de algo que a vida nos traz e não estamos à espera. E é aí quando surge o amor. Não é quando procuramos o amor, que pode ser contraprodutivo.

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Poesia —— Cláudia Lucas Chéu

E as coisas que vêm até ti. / Repara: o hímen. Pára de sugar fantasmas de ténis e jeans. / As coisas que não controlas, que vêm até aqui. / Escolhem a noite. A tua cabeça pendente. / Invadem o peito, as mamas, o interior das pernas e as virilhas; suor frio.(…)

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A crise é sempre uma oportunidade. Tira-nos do lugar onde a gente está e faz-nos questionar. Nos relacionamentos seria muito interessante que de 6 em 6 meses ou anualmente o casal se questionasse sobre o estado da sua relação e os dois tivessem conversas honestas e sérias. 

Marta Crawford

crónica —— QUARTO DOS HÓSPEDES

Paulo Côrte-Real

Sexo Lésbico é que é bom

Não há regras bem definidas, a coisa não encaixa na norma e há inevitavelmente buscas em conjunto de formas de prazer. Há a liberdade de permitir envolvimento e de descobrir outros mundos de expressão de desejo – e a penetração, seja ela qual for, em muitos casos, é secundária.

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Na troca de saliva, através do beijo, a boca é invadida por cerca de 250 bactérias, 9 miligramas de água, 18 de substâncias orgânicas, 7 decigramas de albumina, 711 miligramas de matéria gordurosa e 45 miligramas de sais minerais.

crónica —— o lugar do outro

Bernardo Mendonça

Amor também é isto

“Por vezes, acontece ficar acordada a noite inteira no computador, a escrever no Facebook, textos e poemas para não me sentir tão encurralada. Agora nem posso ir ao meu médico de família, para ter uma conversinha com ele e me queixar destas instabilidades, parece que mudo de personalidade.”

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crónica —— QUARTO DOS HÓSPEDES

Aldina Duarte

A sexualidade é para aqui chamada, sim!

Não fora a visão conspurcada do sexo e os maiores palavrões seriam um detonador de memórias felizes para contrabalançar os maus momentos em que dizê-los é quase um retorno à realidade. Não estou a fazer a apologia das asneiras, mas sim a sinalizar esta questão da linguagem que é um lema escrito no espelho: “o sexo é mau e sujo”.

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O tempo de duração médio de um orgasmo masculino e feminino é de cerca de 10 segundos. Se pensarmos num casal com uma frequência média de duas relações sexuais com orgasmo, por semana, então podemos afirmar que experimentam 20 segundos de orgasmo por semana, cerca de 1 minuto por mês, e um total de 12 minutos de êxtase por ano. Se considerarmos 50 anos um período de atividade sexual expectável, podemos então chegar à conclusão que usufruímos ao longo da nossa vida sexual ativa de 10 horas de orgasmo, ou talvez 20 ou 30 para quem se masturba mais assiduamente.

crónica —— QUARTO DOS HÓSPEDES

Patrícia Pascoal

Confinamento, reflexos da sexologia clínica

Mas o confinamento só trouxe problemas sexuais? Não. Há exploração de novas formas de excitação e prazer, dentro e fora de relações, recorrendo à tecnologia. Há, também, mais fontes de informação e apoio através de materiais de ajuda e plataformas virtuais para apoio clínico e mais divulgação de linhas de apoio como a sexualidade em linha.

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Do que não falamos quando falamos de sexualidade? É esse o mote do livro da espanhola Be l Olid com a palavra F na capa. Para que não haja dúvidas ao que se vai / A série Amor & Anarquia mostra-nos o jogo de poder erótico entre um jovem informático e a sua chefe / Descubra nesta antologia poética alguns dos mais relevantes poetas portugueses sobre o corpo, o desejo e o erotismo

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