Se as ‘rapidinhas’ também podem ter lugar, a excitação sem pressas é mesmo a chave mestra para o prazer sexual delas e deles. Até porque há orgasmos sem grande história e envolvimentos sensuais, excitantes e satisfatórios que não envolvem penetração, nem orgasmo. O prazer da descoberta dos corpos pode ser muito mais amplo, interessante e rico do que os atos performáticos e pouco criativos dos filmes porno. E, no jogo do erotismo, é importante estimular todos os sentidos e explorar mais a pele e outras hipóteses de satisfação erótica e sexual do que apenas os genitais. Como chega a comentar a psicoterapeuta e sexóloga Marta Crawford: “Há orgasmos que parecem arrotos ou espirros, no sentido em que são obtidos de uma forma muito rápida, apressada e ninguém se lembra deles.” A conversa entre o jornalista Bernardo Mendonça e Marta Crawford começa desta vez por aqui: A excitação como o melhor condimento para o sexo

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